Temas –
A origem de tudo
A essência das coisas
Os sentimentos humanos
A natureza de sua escrita
Análise do Livro
·
Questionamentos sobre a vida e a morte, o
principio e o fim.
·
Todas as pessoas são de alguma forma iguais.
·
As pessoas que não tem pobreza de dinheiro tem
pobreza de espírito.
·
O rapaz viu a moça nordestina no Rio de
Janeiro e lembrou-se do Nordeste, onde vivera na infância.
·
O moço caminhou para dentro dos sentimentos
dela.
·
Busca escrever com simplicidade através de um
enredo com sete personagens, sendo Rodrigo um dos mais importantes.
·
Traz elementos reais, como a prostituição;
exploração do trabalho feminino e infantil; religiosidade; emigração do
nordestino para o Rio de Janeiro; analfabetismo, etc.
·
Ela (a autora) optou por escrever a realidade
de pessoas simples através da linguagem simplificada.
·
A autora explicita o motivo pelo qual utiliza
linguagem simples, apesar de possuir uma grande amplitude gramatical.
·
A solidão e os medos do personagem Rodrigo.
·
O personagem Rodrigo é impulsivo.
·
Delimita sua escrita pela passagem do tempo,
procurando escapar dos fatos reais através das possibilidades da literatura.
·
Riqueza de metáforas e outras figuras de
linguagem.
·
Sua motivação para escrever vai além da
personagem. Escreve por determinação interior; por necessidade própria.
·
Busca escolher as palavras certas para
expressar a razão e a emoção humanas.
·
Utiliza metáforas sutis, como por exemplo, “a
borboleta branca”, para descrever a moça magra vestida de noiva e virgem.
·
O livro é cheio de sentimentos fortes como a
paixão.
·
Em alguns momentos, Rodrigo se confunde com a
personagem feminina, pois esta é uma criação sua, vinda de dentro dele.
·
Para construir a história e encarnar a
personagem, ele teve que fazer algumas renúncias como tomar vinho branco, etc.
·
A moça não se conhecia a si mesma e tinha uma
“cara de tola que merecia tapa”.
·
A moça não tinha consciência de si mesma.
·
Foi criada por uma tia solteirona e malvada
que lhe batia na cabeça com os nós dos dedos.
·
A moça era tão comum que ele usa a metáfora do
capim para defini-la.
Nenhum comentário:
Postar um comentário