segunda-feira, 22 de outubro de 2012

A Hora da Estrela - Análise



Temas –
A origem de tudo
A essência das coisas
Os sentimentos humanos
A natureza de sua escrita
Análise do Livro
·        Questionamentos sobre a vida e a morte, o principio e o fim.
·        Todas as pessoas são de alguma forma iguais.
·        As pessoas que não tem pobreza de dinheiro tem pobreza de espírito.
·        O rapaz viu a moça nordestina no Rio de Janeiro e lembrou-se do Nordeste, onde vivera na infância.
·        O moço caminhou para dentro dos sentimentos dela.
·        Busca escrever com simplicidade através de um enredo com sete personagens, sendo Rodrigo um dos mais importantes.
·        Traz elementos reais, como a prostituição; exploração do trabalho feminino e infantil; religiosidade; emigração do nordestino para o Rio de Janeiro; analfabetismo, etc.
·        Ela (a autora) optou por escrever a realidade de pessoas simples através da linguagem simplificada.
·        A autora explicita o motivo pelo qual utiliza linguagem simples, apesar de possuir uma grande amplitude gramatical.
·        A solidão e os medos do personagem Rodrigo.
·        O personagem Rodrigo é impulsivo.
·        Delimita sua escrita pela passagem do tempo, procurando escapar dos fatos reais através das possibilidades da literatura.
·        Riqueza de metáforas e outras figuras de linguagem.
·        Sua motivação para escrever vai além da personagem. Escreve por determinação interior; por necessidade própria.
·        Busca escolher as palavras certas para expressar a razão e a emoção humanas.
·        Utiliza metáforas sutis, como por exemplo, “a borboleta branca”, para descrever a moça magra vestida de noiva e virgem.
·        O livro é cheio de sentimentos fortes como a paixão.
·        Em alguns momentos, Rodrigo se confunde com a personagem feminina, pois esta é uma criação sua, vinda de dentro dele.
·        Para construir a história e encarnar a personagem, ele teve que fazer algumas renúncias como tomar vinho branco, etc.
·        A moça não se conhecia a si mesma e tinha uma “cara de tola que merecia tapa”.
·        A moça não tinha consciência de si mesma.
·        Foi criada por uma tia solteirona e malvada que lhe batia na cabeça com os nós dos dedos.
·        A moça era tão comum que ele usa a metáfora do capim para defini-la.

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