segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Igualdade entre homens e mulheres(com mais informações)



O senso de igualdade vale tanto para homens como para mulheres, porque os dois sexos possuem características semelhantes, como liberdade de expressão, liberdade sexual, opções de entretenimento, dentre outras. Parte da sociedade ainda acredita que mulheres não podem exercer funções consideradas masculinas e vice-versa, porém existem excelentes advogadas, engenheiras civis, bombeiras, jogadoras de futebol, motoristas de ônibus, coordenadoras de equipe, juízas, delegadas de polícia, além das destacadas cantoras nacionais e internacionais. Podemos citar também exemplos de grandes artistas que revolucionaram a literatura de 1930 como Cecília Meireles na poesia, Raquel de Queiroz na prosa e Tarsila do Amaral na pintura. Muitas mulheres estão inseridas nos campos das sete artes como: Thalita Rebouças, Ana Maria Machado, Stephenie Meyer, Meggin Patricia Cabot, Joanne Rowling, conhecidas escritoras da literatura infanto-juvenil.  Por outro lado, existem homens que se destacam como excelentes bailarinos, maquiadores, estilistas, cozinheiros pelos quais podemos citar Jaime Arôxa, Fernando Bujones, Kaká Moraes, Zac Posen, Stefano Pilati, Alexander McQueen, Celso Kamura, Duda Molinos, Marcos Costa, Olivier Anquier, Allan Vila Espejo, Eduardo Guedes, dentre muitos outros em profissões que eram exclusivamente femininas.

Do ponto de vista das relações entre os sexos, existe já uma noção relativamente clara de que ambos têm o mesmo direito, entretanto, ainda existem homens para os quais a mulher é um objeto de poder que pode ser manipulado e que, quando usado, é jogado fora. Isso é um fato que pode ser comprovado na violência contra o sexo feminino, quando alguns homens acreditam que bater na mulher é uma forma de educá-la. Na maioria das vezes, a agressividade é causada pelo ciúme exagerado ou pelo fato de acharem-se superiores a elas. No mercado de trabalho ainda se constata o fato de que em determinados empregos, o sexo feminino recebe menor salário. Isto porque ainda há mulheres que aceitam ser tratadas dessa forma. Esse tipo de atitude faz com os homens continuem menosprezando as mulheres e, se permanecerem passivas podem acabar violentadas e controladas por seus companheiros, namorados ou amantes. Nas comunidades indígenas primitivas, existia a percepção da diferença que permitia uma vida com harmonia onde as mulheres faziam o trabalho do cultivo e da colheita dos alimentos, enquanto que os homens iam caçar e pescar na floresta. Em alguns momentos da história da humanidade mulheres corajosas enfrentaram o desafio de lutar por seus direitos femininos numa sociedade patriarcal como podem ser citados os casos de Joana D’Arc, Olga Benário Prestes e Anne Frank. A última ficou conhecida na época da 2ª Guerra Mundial. Em seu diário ela conta como a guerra havia acontecido, no seu ponto de vista. Joana D’Arc ficou muito conhecida como uma heroína que lutou durante a Guerra dos Cem Anos. Olga foi uma jovem judia que morava na Alemanha e participou do partido comunista da época, motivo pelo qual foi executada como tantos outros pelo regime nazista nos campos de concentração. 

Até meados do século XX, as mulheres eram vistas pela sociedade apenas como donas de casa, pois elas eram criadas desde crianças pelos pais para se tornarem mães, cuidar da educação dos filhos e do lar, enquanto seus maridos iam trabalhar nas mais diversas atividades econômicas, principalmente no comércio e na agricultura. A partir da Revolução Industrial, a mulher assume uma posição como operária nas fábricas e indústrias, o que foi um avanço, porém ela passou a enfrentar os problemas sociais e culturais, principalmente ao se considerar o contexto hostil de um regime de trabalho exaustivo no início do processo de industrialização e formação dos grandes centros urbanos. A partir daí elas passaram a enfrentar o desafio de conciliar jornada de trabalho profissional com as tarefas do lar. As ativistas femininas fizeram campanhas pelos direitos legais das mulheres (direitos de contrato, direitos de propriedade, direitos ao voto), pelo direito da mulher à sua autonomia e à integridade de seu corpo, pelos direitos ao aborto e pelos direitos reprodutivos (incluindo o acesso à contracepção e a cuidados pré-natais de qualidade). A luta se entendia à proteção de mulheres e garotas contra a violência doméstica, o assédio sexual e o estupro, pelos direitos trabalhistas, incluindo a licença-maternidade e salários iguais, buscando abolir toda e qualquer forma de discriminação. Da mesma forma, infelizmente a questão da violência contra a mulher ainda é um dos problemas a serem superados, embora, no Brasil, a “Lei Maria da Penha” signifique um avanço na luta pela defesa da integridade psicossocial da mulher.

Claro que não pode generalizar, dizer que TODOS os homens não prestam, porque ainda existem aqueles que são românticos e humanos e tratam as mulheres como elas devem ser tratadas, com respeito, honestidade, sinceridade, companheirismo, porém nem todos admitem isso diante dos amigos pelo fato de que podem ser ridicularizados por eles. Assim como há mulheres independentes e românticas ao mesmo tempo em que não levam desaforo pra casa, que dizem tudo o que pensam, que não se deixam levar somente por opiniões alheias, defendem aquilo em que acreditam, mas de forma coerente, mesmo assim, sabem ser justas nas mais variadas situações.

O Brasil é formado por descendentes de três culturas completamente diferentes: europeia, africana e nativa, ou seja, todos somos mestiços, independentemente da cor da pele que possuímos. E é exatamente aí que reside nossa força e nossa riqueza, porque a diversidade presente nelas permite a diferença de opiniões, pois não é a cor de um homem ou uma mulher que define o caráter dele ou dela, são suas atitudes em sociedade, seja na escola, no trabalho ou em família. Além disso, há o fato que o negro pode ter as mesmas capacidades de uma pessoa branca, pois ele também possui costumes, opiniões e tradições que devem ser respeitados perante a sociedade humana atual. Isso pode ser comprovado pelo fato de existirem pessoas que possuem amigos (as) negros (as) e tratá-los de forma igualitária, além do caso em que faculdade com quase 90% de alunos negros forma sua 1ª turma de direito, o que mostra novas possibilidades da luta pelo negro e o direito à educação no Brasil.

Entretanto, ainda existe a ideia de que, quando se é cometido um crime, o primeiro suspeito é um negro, porém essa é uma crença preconceituosa, já que a maioria dos crimes cometidos no Brasil são executados por pessoas de pele clara. Além disso, tem o fator de que a pessoa de pele escura recebe salário bem inferior ao de uma pessoa de pele clara, pela mesma função exercida na profissão, seja em uma empresa ou não.

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